terça-feira, 6 de outubro de 2015

Diretrizes da escola frente ao uso das mídias sociais


3.1 – Diretrizes da escola frente ao uso das mídias sociais

Quais os impactos do uso das mídias sociais (incluindo redes sociais e telefone celular) na escola? Quais os seus benefícios? E os riscos? 
Segundo a psicóloga, é mais fácil apontar uma pessoa viciada em jogos ou bebida, por exemplo, do que identificar os vícios gerados pela internet e telefone celular. Entretanto, a dependência da internet pode ser tão prejudicial quanto. “É relativamente mais simples deixar de fumar ou beber, mas é muito difícil viver sem internet, algo que já faz parte do nosso cotidiano. É preciso realizar um trabalho de moderação.” Na escola muitos estudantes não sabem lidar com a grande oferta de informações disponível na internet. Alguns tomam tudo o que leem na web como verdade absoluta e isso interfere no processo de aprendizagem e no desenvolvimento de olhar crítico perante o que lhes é apresentado. O acesso às redes sociais durante os momentos de estudo, por exemplo, pode causar distração e interferir no desempenho educacional escolar. Além dos benefícios citados em relação à geração de conteúdo, as redes sociais servem como canais de distribuição de conteúdo que o próprio jornalista pode “operar”. A facilidade na distribuição do conteúdo valoriza o trabalho do jornalista pela número de RTs no Twitter ou de comentários, “curtir” e compartilhamentos no Facebook. As redes sociais aproximam e facilitam o contato dos jornalistas com fontes, leitores e colegas. E pode ajudar a identificar novas abordagens. Depois de criada, uma narrativa pode ser “colada” em um post de blog ou no corpo de uma notícia, assim como um vídeo do YouTube, incrementando a oferta de conteúdo para o leitor. Riscos No entanto, nem só benefícios promove esse tipo de ferramenta da comunicação social. Muita gente aproveita-se das redes sociais para fins ilícitos. É preciso então muito cuidado para não ser vítima dos predadores sociais. Roubos, pedofilia, difamação, discriminação, são crimes que se praticam através da internet, aproveitando-se da privacidade e da intimidade expostas nas comunicações pelas redes sociais.
 No caso de proibição de uso, existem justificativas claras? Registrem em detalhes relatos de problemas que levaram a essa decisão. 
Com certeza os impactos do uso das mídias sociais na escola seria de um ganho pedagógico, instrutivo e emocional valiosíssimo para os educandos, tendo em vista o contexto midiático e tecnológico em que eles vivem. Eles já utilizam esses recursos em suas vidas cotidianas e nas tarefas mais simples, como como mandar um recado para um colega. Essas ferramentas são preciosíssimas com recurso de inclusão ao conhecimento educacional e conhecimento digital. É fato que há riscos, no entanto, tudo pode ser conversado e conscientizado. Contudo, destaco um terceiro, se já há uma proibição normativa para o não uso do celular nas salas de aulas e até mesmo existem câmaras de vigilância nestas salas de aulas, implicitamente indica uma negativa ou uma postura é melhor não mexer com isso pois os alunos são imaturos e devemos nos resguardar de qualquer iniciativa perigosa. Pelo sim ou pelo não fiquemos com o não.

No caso de liberação ao uso, quais atividades são permitidas incentivadas? 
 
Os professores ressaltaram que cada turma possui um grupo onde fazem o uso para se comunicar de forma mais rápida, principalmente no campo de estágio de aprendizagem, pois a curiosidade é tanta que buscam conhecer a ferramenta e mostrar quem sabe mais. Escolher um dos teóricos apresentados neste link e fazer uma leitura mais detalhada do texto indicado ou em outro que tenha acesso e seja de sua preferência; Destacar um aspecto que considera importante para o trabalho por projeto; Compartilhar com os colegas no Fórum “Diálogo teórico”; ou em e-mail. Ler as contribuições dos colegas, observando e analisando dentre os aspectos destacados, as ideias convergentes destes educadores em torno do conceito de Projeto. 
Registrar e refletir sobre as demais práticas é também uma prática que ajuda a garantir a qualidade do processo pedagógico. Em algumas de nossas escolas, isso pode ser percebido a partir de atividades como a organização de um tempo diário específico, chamado de “reflexão escrita”

 Quais posturas/atividades/usos serão restringidos? 

Na criação e execução de unidades de produção mais complexas que possibilitem aprendizados também mais complexos no campo da formação organizativa e econômica, bem como na capacitação técnica em determinados tipos de trabalho. O tipo de trabalho e de processo produtivo depende das condições objetivas de cada local, da idade e experiências anteriores dos educandos envolvidos e também da criatividade do conjunto da coletividade escolar. As novas tecnologias, principalmente em um mundo mais globalizado, integrado, em uma sociedade que vive em rede. Ao mesmo tempo que não é meu objetivo aqui analisar impactos econômicos da adoção de novas tecnologias, é importante ter essa visão histórica e científica. Neste cenário, pode-se concluir que ignorar novas tecnologias pode ter um impacto não-positivo em uma empresa escolar e em nosso país. Literalmente todas as empresas que adotaram as tecnologias podem afirmar que tiveram aumento de produtividade. Ou alguém consegue imaginar uma empresa, hoje, que não usa telefones ou microcomputadores? Na minha opinião não ser restringidos a pornografias e patês papos que não têm nada a ver, com nossa maneira que trabalhar.

Para fomentar as reflexões sobre o uso do celular em sala de aula e como usar as redes sociais a favor da aprendizagem copie os links e cole no navegador para acessar visualizar. 


http://professordigital.wordpress.com/2010/01/13/uso-pedagogico-do-telefone-movel-celular 

http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/redes-sociais-ajudam-interacao-professores-alunos-645267.shtml 

Após a reflexão, utilize o editor de texto e elabore uma sugestão de política para sua escola sobre o uso de mídias sociais, como Facebook, Celular entre outras, citando todos os passos dessa proposta como: 

POLÍTICA PARA SUA ESCOLA SOBRE O USO DE MÍDIAS SOCIAIS,
Estudo:
Você, professor, já usou um rádio, rádio gravador ou um aparelho de reproduzir sons em sala de aula?
Sim! Trabalho com dinâmicas com textos instrucionais,
De acordo com Kaufman (1995), os textos instrucionais são aqueles cuja função é regular e indicam formas de agir; eles descrevem etapas as quais devem ser seguidas para que se consiga fazer algo como preparar uma torta, instalar um eletrodoméstico ou realizar a manutenção de um automóvel. Como os demais gêneros textuais, os textos instrucionais apresentam tema, modo composicional e estilo específicos: numerais que indicam as quantidades ou ordenação de ações, abreviaturas, verbos no infinitivo ou imperativo, ilustrações etc.
Etapas de elaboração, 
Corridas
As crianças realizam movimentos de ida e volta, enfrentando no percurso diversos desafios
1.    Corrida do jornal


Jogadores colocados em duas colunas. Na frente de cada coluna haverá um pedaço de jornal. O jogador que estiver em primeiro lugar na coluna deverá colocar um pé em cima do jornal e quando for mudar o passo (colocar o outro pé no chão) deverá retirar a folha que estava embaixo do outro e colocar embaixo do pé que estava sendo mudado. Deverá andar assim até uma determinada distância e voltar entregando a folha de jornal ao companheiro (segundo colocado da fila). Vencerá a equipe em que todos tenham ido até aquela determinada distância e voltado, formando novamente a coluna como estava no início.

Exemplo: Transcrição: “Pula-corda. Pula-corda é uma brincadeira muito legal porque quando a corda bate você tem que pula.

Figura 1 - Aluna C.L. alfabetizada – escrita final
Transcrição: Pula-corda
Número de participantes: 1 de cada vez
Idade para poder jogar: de 6 pra cima
É assim primeiro você faz uma fila e depois ver quem vai bater de um lado e vai bater do outro e lês comissão a bate e quando a corda chegar e baixa a criança tem que pula, mas se ela cair ela devera passar a vez.
Objetivo: Pular sem cair.
            A aluna organizou e detalhou melhor as regras da brincadeira na produção final; observou o uso de termos próprios do gênero como “participantes”, “um de cada vez”, “passar a vez”, “objetivo”, uso de verbos no imperativo e no infinitivo etc. Embora a estrutura de tópicos, bem como alguns aspectos da linguagem, possa ser aprimorada, é nítido o avanço entre as produções da aluna.

Professor Já disse alguma vez: “Preste muita atenção na explicação que vou dar agora!” sempre faço isto kkk. Ou algo semelhante a isso? Já consultou a hora para saber quanto falta para o término da aula ou já usou um cronômetro para lhe avisar quando faltarem cinco minutos para o final da sua aula? Professores que não estão dispostos a descobrir/aprender formas inteligentes de facilitar o próprio trabalho com o uso pedagógico dos celulares, quanto mais utilizarem esses aparelhos para facilitar a aprendizagem dos alunos, também são professores que não virão com bons olhos a simples “permissão de uso para entretenimento” por parte dos alunos. Há professores que são “meio masoquistas” e parecem gostar do sofrimento, outros querem apenas arrumar boas desculpas para justificarem o fracasso de todo o sistema e, outros ainda, não fazem a menor ideia de que a vida na escola poderia ser bem diferente.

Divulgação e resultado
Confesso que na época eu mesmo não via nenhuma outra utilidade no telefone celular que não fosse a de poder falar de diferentes lugares com um mesmo telefone. O celular era então apenas um telefone e somente adultos dispostos a investirem uma quantia razoável, e que tivessem uma boa razão para tal, se dispunham a comprá-lo. Resultado, alguns afirmam que os alunos usam celulares para colar. Bom, é provável que sim. Alunos colam sempre que estão diante de provas e atividades que permitam ou estimulem a cola. Essas provas e atividades são geralmente pobres e requerem apenas uma resposta “decorada” ou que se assinalem alternativas, coloque-se verdadeiro ou falso ou se forneça um número como resposta. Nesses casos colar é a solução mais inteligente como resposta a uma avaliação pouco inteligente. Além desses todos, também há um argumento bastante recorrente para justificar a proibição dos celulares na escola: eles não ajudam o professor em nada, então para que permiti-los? Vamos refletir um pouco mais sobre isso? Bom, se você já fez pelo menos uma das atividades ou ações descritas acima, então saiba que ela poderia ter sido feita de forma equivalente com o uso de telefones celulares modernos e, não raro, de forma até bem mais eficaz!



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