terça-feira, 20 de outubro de 2015

Vídeo de textos Jornalísticos:


Para alunos do (4º) e (5º) ano  
Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Milton Dias Porto




Sugestão de avaliação para 4ª e 5º ano a partir de texto jornalístico

Texto:
        O colombiano Freddy Rincon, pivô da mais recente crise no Corinthians, volta de Miami (Estados Unidos), onde passa férias, no próximo dia 15. A informação foi dada pelo empresário do jogador, Francisco Monteiro, o Todé. "Ele deve se apresentar a seu novo clube no dia 15.
      No mesmo dia, dirá as razões que o   fizeram sair do Corinthians", afirmou o empresário. Todé disse que conversou com Rincón, por telefone, e que não poderia dar detalhes sobre as negociações com o Santos. 
         "Só posso dizer que um clube ofereceu mais dinheiro, e ele resolveu sair." O diretor de futebol do Santos Paulo Ferreira negou que a viagem de Rincón, que estava na Colômbia até a semana passada, esteja sendo patrocinada pelo clube, em uma tentativa de   "abaixar a poeira" do caso."Não fizemos nada disso. 
         Nem sei onde o Rincón está agora", afirmou Ferreira, que anteontem havia declarado não saber quando o colombiano seria apresentado oficialmente à torcida santista.
       "Se eu te disser que já há uma data definida estou mentindo", disse o dirigente.(FM e MS)

(Folha de S. Paulo. Caderno 4, pág. 4 esporte- Quinta-feira, 3 de fevereiro de 2000)

Questões: Sobre o texto
  
1. De onde foi tirado este texto? Quem escreveu? 
Resposta: O texto foi tirado do jornal "Folha de S.Paulo", caderno Esporte, pág. 4, do dia 3 de fevereiro de 2000. Os jornalistas responsáveis são FM e MS da Reportagem Local. 
Habilidade de leitura avaliada: localizar informação no texto. Professor: se entendemos que linguagem é interação, o processo de leitura inicia-se pela análise das condições de produção do texto: quem escreveu, para quem, para quê, por quê, onde, quando e como. Por isto, a importância de trabalhar com textos reais e sua situação de produção. O aluno precisa conhecer e usar as estratégias de leitura de todo leitor maduro, ou seja, aquele que sabe qual o portador do texto que lê e como isto constitui a própria leitura. No caso desta questão da avaliação, o texto foi publicado em determinado jornal, em seu caderno de esportes (portanto, não é um jornal exclusivamente esportivo). Ainda que nos jornais e revistas em geral (com exceção dos textos opinativos), predominem textos sem autoria pessoal expressa, fizemos questão de perguntar o nome de quem escreveu apenas porque há na 

notícia selecionada as iniciais dos autores (FM e MS) no final do texto, com uma informação adicional no início de que se trata de notícia da reportagem local do jornal.

2. A notícia trata do quê? 

Resposta: a notícia é uma informação sobre a crise corinthiana porque o jogador Rincón, de férias em Miami, decidiu que não joga mais no Corinthians e vai para outro time - o Santos. 
Habilidade de leitura avaliada: identificar o tema central do texto 
Professor: para entender esta notícia, o leitor trabalha com várias informações não explicitadas no texto, mas que são seus conhecimentos prévios sobre o assunto (futebol). Neste caso, trata-se especificamente do fato de Rincón estar de férias e ter decidido trocar de time em plena vigência de seu contrato profissional.


3. Quem deu a informação da saída de Rincón do seu time? 

Resposta: Foi seu empresário, Francisco Monteiro, o Todé. 
Habilidade de leitura avaliada: localizar informação no texto. 
Professor: esta é uma habilidade muito exigida no processo de leitura. O que pode mudar é o assunto do texto ou sua linguagem os quais não sendo de conhecimento do leitor podem dificultar o entendimento.


4.Qual a pontuação usada nas falas do empresário ou do dirigente do Santos? 

Resposta: são as aspas para indicar que são palavras na íntegra e ditas por outros (que não por quem está contando o fato). Habilidade de leitura avaliada: compreender a utilização de pontuação como as aspas. 
Professor: o texto escrito utiliza recursos gráficos como forma de "traduzir" as situações do texto que não é oral (neste os interlocutores estão presentes, a relação entre elas ajuda a construir a interação etc). Atentar, no caso do texto da avaliação, para o uso do discurso direto, sem travessão e dois pontos, apenas com as aspas.


5.Rescreva uma das falas do empresário sem usar aspas. 

Respostas possíveis: 
a)O empresário do jogador afirmou: - Ele deve se apresentar a seu novo clube no dia 15. No mesmo dia, dirá as razões que o fizeram sair do Corinthians. 
b) O empresário explicou: - Só posso dizer que um clube ofereceu mais dinheiro, e ele resolveu sair. 
Habilidade de produção aferida: empregar, de acordo com as especificidades de cada gênero, os sinais de pontuação. 
Professor: este exercício de transformação trabalha com a pontuação e seu papel na construção do texto. No caso do jornal, trata-se de um texto narrativo não-ficcional - ou mais especificamente de uma notícia- e neste tipo de texto, o uso das aspas para destacar as falas das pessoas tem a ver com a diagramação e economia de espaço próprias deste veículo de comunicação. O uso de verbo "discendi" (dizer, falar, responder, afirmar, perguntar etc), de dois pontos e de travessão para marcar o discurso direto não é próprio de texto jornalístico, encontramos esta pontuação em textos narrativos ficcionais, por exemplo (veja a avaliação da 3ª série neste mesmo site). Esta diferenciação deve ser discutida com os alunos, não só em termos de que é possível dizer coisas semelhantes de formas diferentes, mas que as particularidades dos gêneros textuais também constituem as diferenças. Outro aspecto é a possibilidade de fazer uma reflexão com os alunos a respeito dos usos da linguagem. Com isto, vamos questionando a idéia de que saber a nomenclatura gramatical é suficiente.


6. Qual é a expressão no texto que vem com aspas. Por que também se usa aspas neste caso? 

Resposta: a expressão é "baixar a poeira". 
Habilidade de leitura avaliada: diferenciar em um texto registro formal de registro informal 
Professor: neste caso, as aspas foram usadas para marcar uma expressão de gíria. Veja que este tipo de linguagem mais informal é bem própria tanto do veículo de comunicação (um jornal) quanto das pessoas envolvidas (um empresário de futebol falando com jornalistas)


7. Qual é o título da notícia? Por que está escrito com letras maiores e de cor mais escura? 

Resposta: o título é De férias em Miami, meia retorna ao Brasil no dia 15 
Habilidade de leitura avaliada: realizar inferências a partir de indicadores gráficos de alguns gêneros textuais. 
Professor: Ao título de uma notícia dá-se o nome de "manchete" que vem destacada em letras maiores e em negrito como forma de chamar a atenção do leitor . As manchetes podem "conduzir" o leitor a escolher ler ou não determinados textos. Lembramos que o jornal é um tipo de portador que pressupõe uma leitura seletiva: o leitor escolhe o que vai ler e como vai ler. Ninguém lê o jornal na íntegra, em especial seus leitores assíduos, pois o fato de acompanharem as notícias e a própria forma de apresentá-las no jornal apontam para leituras seletivas.


8. Na frase "meia retorna ao Brasil no dia 15", a palavra grifada está se referindo a quem? 

Resposta: ao jogador Rincón Habilidade de leitura avaliada: estabelecer relação entre partes de um texto a partir da substituição de um termo (coesão). 
Professor: a palavra grifada substitui o nome do jogador Rincón, tratando-se assim de u m mecanismo de coesão textual, a partir da substituição de um termo por outro.


9. Escreva uma frase usando a palavra "meia" em outro sentido diferente do usado na notícia. 

Resposta: Pessoal. 
Sugestões: Fui comprar meia no Shopping. Ela comeu apenas meia laranja. 
Habilidade de produção avaliada: inferir o sentido de uma palavra a partir do contexto imediato. 
Rica1024

Professor: a manchete do jornal traz a palavra "meia" significando uma posição de jogador de futebol dentro da tática do jogo em campo. Mesmo que o leitor desconheça esta informação, há outros aspectos do contexto que o auxiliam a entender: trata-se de uma notícia no caderno de esportes; é um assunto que provavelmente ele ouviu no rádio ou na tv, enfim já teve informações a respeito, por isto faz inferências sobre o sentido da palavra "meia" usada na notícia. No que se refere à proposta de avaliação dos alunos, é importante discutir com eles que é no contexto do texto que podemos entender os significados das palavras: "meia" também pode significar uma vestimenta ou a metade de algo. É bom ressaltar ainda que o fato de solicitarmos que os alunos elaborem uma frase com a palavra "meia" não significa que estamos defendendo a idéia de que "formar frases" seja aprender a escrever. Pelo contrário, aprende-se a escrever, escrevendo textos e não frases. O que está proposto aqui (elaborar frases) é apenas um recurso didático para que os alunos possam fazer uma reflexão a respeito dos fatos da língua no que se refere às palavras e seus sentidos dentro do contexto em que são empregadas
10. Preencha o quadro a seguir de acordo com a notícia.
Quem
Resposta: Rincón, seu empresário e um dirigente do Santos
O quê
Resposta: a notícia informa que Rincón, ainda de férias, decide sair do Corinthians
Quando
Resposta: 3/2/2000 (publicação da notícia)

notícia selecionada as iniciais dos autores (FM e MS) no final do texto, com uma informação adicional no início de que se trata de notícia da reportagem local do jornal.
2. A notícia trata do quê?
Resposta: a notícia é uma informação sobre a crise corinthiana porque o jogador Rincón, de férias em Miami, decidiu que não joga mais no Corinthians e vai para outro time - o Santos.
Habilidade de leitura avaliada: identificar o tema central do texto
Professor: para entender esta notícia, o leitor trabalha com várias informações não explicitadas no texto, mas que são seus conhecimentos prévios sobre o assunto (futebol). Neste caso, trata-se especificamente do fato de Rincón estar de férias e ter decidido trocar de time em plena vigência de seu contrato profissional.

3. Quem deu a informação da saída de Rincón do seu time?
Resposta: Foi seu empresário, Francisco Monteiro, o Todé.
Habilidade de leitura avaliada: localizar informação no texto.
Professor: esta é uma habilidade muito exigida no processo de leitura. O que pode mudar é o assunto do texto ou sua linguagem os quais não sendo de conhecimento do leitor podem dificultar o entendimento.

4.Qual a pontuação usada nas falas do empresário ou do dirigente do Santos?
Resposta: são as aspas para indicar que são palavras na íntegra e ditas por outros (que não por quem está contando o fato). Habilidade de leitura avaliada: compreender a utilização de pontuação como as aspas.
Professor: o texto escrito utiliza recursos gráficos como forma de "traduzir" as situações do texto que não é oral (neste os interlocutores estão presentes, a relação entre elas ajuda a construir a interação etc). Atentar, no caso do texto da avaliação, para o uso do discurso direto, sem travessão e dois pontos, apenas com as aspas.

5.Rescreva uma das falas do empresário sem usar aspas.
Respostas possíveis:
a)O empresário do jogador afirmou: - Ele deve se apresentar a seu novo clube no dia 15. No mesmo dia, dirá as razões que o fizeram sair do Corinthians.
b) O empresário explicou: - Só posso dizer que um clube ofereceu mais dinheiro, e ele resolveu sair.
Habilidade de produção aferida: empregar, de acordo com as especificidades de cada gênero, os sinais de pontuação.
Professor: este exercício de transformação trabalha com a pontuação e seu papel na construção do texto. No caso do jornal, trata-se de um texto narrativo não-ficcional - ou mais especificamente de uma notícia- e neste tipo de texto, o uso das aspas para destacar as falas das pessoas tem a ver com a diagramação e economia de espaço próprias deste veículo de comunicação. O uso de verbo "discendi" (dizer, falar, responder, afirmar, perguntar etc), de dois pontos e de travessão para marcar o discurso direto não é próprio de texto jornalístico, encontramos esta pontuação em textos narrativos ficcionais, por exemplo (veja a avaliação da 3ª série neste mesmo site). Esta diferenciação deve ser discutida com os alunos, não só em termos de que é possível dizer coisas semelhantes de formas diferentes, mas que as particularidades dos gêneros textuais também constituem as diferenças. Outro aspecto é a possibilidade de fazer uma reflexão com os alunos a respeito dos usos da linguagem. Com isto, vamos questionando a idéia de que saber a nomenclatura gramatical é suficiente.

6. Qual é a expressão no texto que vem com aspas. Por que também se usa aspas neste caso?
Resposta: a expressão é "baixar a poeira".
Habilidade de leitura avaliada: diferenciar em um texto registro formal de registro informal
Professor: neste caso, as aspas foram usadas para marcar uma expressão de gíria. Veja que este tipo de linguagem mais informal é bem própria tanto do veículo de comunicação (um jornal) quanto das pessoas envolvidas (um empresário de futebol falando com jornalistas)

7. Qual é o título da notícia? Por que está escrito com letras maiores e de cor mais escura?
Resposta: o título é De férias em Miami, meia retorna ao Brasil no dia 15
Habilidade de leitura avaliada: realizar inferências a partir de indicadores gráficos de alguns gêneros textuais.
Professor: Ao título de uma notícia dá-se o nome de "manchete" que vem destacada em letras maiores e em negrito como forma de chamar a atenção do leitor . As manchetes podem "conduzir" o leitor a escolher ler ou não determinados textos. Lembramos que o jornal é um tipo de portador que pressupõe uma leitura seletiva: o leitor escolhe o que vai ler e como vai ler. Ninguém lê o jornal na íntegra, em especial seus leitores assíduos, pois o fato de acompanharem as notícias e a própria forma de apresentá-las no jornal apontam para leituras seletivas.

8. Na frase "meia retorna ao Brasil no dia 15", a palavra grifada está se referindo a quem?
Resposta: ao jogador Rincón Habilidade de leitura avaliada: estabelecer relação entre partes de um texto a partir da substituição de um termo (coesão).
Professor: a palavra grifada substitui o nome do jogador Rincón, tratando-se assim de u m mecanismo de coesão textual, a partir da substituição de um termo por outro.

9. Escreva uma frase usando a palavra "meia" em outro sentido diferente do usado na notícia.
Resposta: Pessoal.
Sugestões: Fui comprar meia no Shopping. Ela comeu apenas meia laranja.
Habilidade de produção avaliada: inferir o sentido de uma palavra a partir do contexto imediato.
Rica1024

Professor: a manchete do jornal traz a palavra "meia" significando uma posição de jogador de futebol dentro da tática do jogo em campo. Mesmo que o leitor desconheça esta informação, há outros aspectos do contexto que o auxiliam a entender: trata-se de uma notícia no caderno de esportes; é um assunto que provavelmente ele ouviu no rádio ou na tv, enfim já teve informações a respeito, por isto faz inferências sobre o sentido da palavra "meia" usada na notícia. No que se refere à proposta de avaliação dos alunos, é importante discutir com eles que é no contexto do texto que podemos entender os significados das palavras: "meia" também pode significar uma vestimenta ou a metade de algo. É bom ressaltar ainda que o fato de solicitarmos que os alunos elaborem uma frase com a palavra "meia" não significa que estamos defendendo a idéia de que "formar frases" seja aprender a escrever. Pelo contrário, aprende-se a escrever, escrevendo textos e não frases. O que está proposto aqui (elaborar frases) é apenas um recurso didático para que os alunos possam fazer uma reflexão a respeito dos fatos da língua no que se refere às palavras e seus sentidos dentro do contexto em que são empregadas
10. Preencha o quadro a seguir de acordo com a notícia.
Quem
Resposta: Rincón, seu empresário e um dirigente do Santos
O quê
Resposta: a notícia informa que Rincón, ainda de férias, decide sair do Corinthians
Quando
Resposta: 3/2/2000 (publicação da notícia)



Professora: Joana Santina Juvenal Ferreira 
Disciplina; PI





















Sinais de pontuação




VÍDEOS SINAIS DE PONTUAÇÃO!




Para que servem os sinais de pontuação? No geral, para representar pausas na fala, nos casos do ponto, vírgula e ponto e vírgula; ou entonações, nos casos do ponto de exclamação e de interrogação, por exemplo.

Além de pausa na fala e entonação da voz, os sinais de pontuação reproduzem, na escrita, nossas emoções, intenções e anseios.

Vejamos aqui alguns empregos:

1. Vírgula (,)

É usada para:

a) separar termos que possuem mesma função sintática na oração: O menino berrou, chorou, esperneou e, enfim, dormiu.

Nessa oração, a vírgula separa os verbos.

b) isolar o vocativo: Então, minha cara, não há mais o que se dizer!

c) isolar o aposto: O João, ex-integrante da comissão, veio assistir à reunião.

d) isolar termos antecipados, como complemento ou adjunto:

1. Uma vontade indescritível de beber água, eu senti quando olhei para aquele copo suado! (antecipação de complemento verbal)

2. Nada se fez, naquele momento, para que pudéssemos sair! (antecipação de adjunto adverbial)

e) separar expressões explicativas, conjunções e conectivos: isto é, ou seja, por exemplo, além disso, pois, porém, mas, no entanto, assim, etc.

f) separar os nomes dos locais de datas: Brasília, 30 de janeiro de 2009.

g) isolar orações adjetivas explicativas: O filme, que você indicou para mim, é muito mais do que esperava.


2. Pontos
É usado ao final de frases para indicar uma pausa total:
a) Não quero dizer nada.
b) Eu amo minha família.
E em abreviaturas: Sr., a. C., Ltda., vv., num., adj., obs.
 

O ponto de interrogação é usado para:
a) Formular perguntas diretas:
Você quer ir conosco ao cinema?
Desejam participar da festa de confraternização?
b) Para indicar surpresa, expressar indignação ou atitude de expectativa diante de uma determinada situação:
O quê? não acredito que você tenha feito isso! (atitude de indignação)
Não esperava que fosse receber tantos elogios! Será que mereço tudo isso? (surpresa)
Qual será a minha colocação no resultado do concurso? Será a mesma que imagino? (expectativa)



Esse sinal de pontuação é utilizado nas seguintes circunstâncias:

a) Depois de frases que expressem sentimentos distintos, tais como: entusiasmo, surpresa, súplica, ordem, horror, espanto:

Iremos viajar! (entusiasmo)

Foi ele o vencedor! (surpresa)

Por favor, não me deixe aqui! (súplica)

Que horror! Não esperava tal atitude. (espanto)

Seja rápido! (ordem)

b) Depois de vocativos e algumas interjeições:

Ui! que susto você me deu. (interjeição)

Foi você mesmo, garoto! (vocativo)

c) Nas frases que exprimem desejo:

Oh, Deus, ajude-me!

Observações dignas de nota:

* Quando a intenção comunicativa expressar, ao mesmo tempo, questionamento e admiração, o uso dos pontos de interrogação e exclamação é permitido. Observe:

Que que eu posso fazer agora?!


* Quando se deseja intensificar ainda mais a admiração ou qualquer outro sentimento, não há problema algum em repetir o ponto de exclamação ou interrogação. Note:

Não!!! – gritou a mãe desesperada ao ver o filho em perigo.


É usado para:
a) separar itens enumerados:
A Matemática se divide em:
- geometria;
- álgebra;
- trigonometria;
- financeira.
b) separar um período que já se encontra dividido por vírgulas: Ele não disse nada, apenas olhou ao longe, sentou por cima da grama; queria ficar sozinho com seu cão.
4. Dois-pontos (:)


É usado quando:
a) se vai fazer uma citação ou introduzir uma fala:
Ele respondeu: não, muito obrigado!
b) se quer indicar uma enumeração:
Quero lhe dizer algumas coisas: não converse com pessoas estranhas, não brigue com seus colegas e não responda à professora.
5. Aspas (“”)

São usadas para indicar:
a) citação de alguém: “A ordem para fechar a prisão de Guantánamo mostra um início firme. Ainda na edição, os 25 anos do MST e o bloqueio de 2 bilhões de dólares do Oportunity no exterior” (Carta Capital on-line, 30/01/09)
b) expressões estrangeiras, neologismos, gírias: Nada pode com a propaganda de “outdoor”.
.6. Travessão (–)


O travessão é indicado para:
a) Indicar a mudança de interlocutor em um diálogo:
- Quais ideias você tem para revelar?
- Não sei se serão bem-vindas.
- Não importa, o fato é que assim você estará contribuindo para a elaboração deste projeto.
b) Separar orações intercaladas, desempenhando as funções da vírgula e dos parênteses:   
Precisamos acreditar sempre – disse o aluno confiante – que tudo irá dar certo.
Não aja dessa forma – falou a mãe irritada – pois pode ser arriscado.
c) Colocar em evidência uma frase, expressão ou palavra:
O prêmio foi destinado ao melhor aluno da classe – uma pessoa bastante esforçada. 
Gostaria de parabenizar a pessoa que está discursando – meu melhor amigo.

7. Parênteses ( )


São usados quando se quer explicar melhor algo que foi dito ou para fazer simples indicações.
Ele comeu, e almoçou, e dormiu, e depois saiu. (o e aparece repetido e, por isso, há o predomínio de vírgulas).
8. Reticências (...)

São usadas para indicar supressão de um trecho, interrupção ou dar ideia de continuidade ao que se estava falando:
a) (...) Onde está ela, Amor, a nossa casa,
O bem que neste mundo mais invejo?
O brando ninho aonde o nosso beijo
Será mais puro e doce que uma asa? (...)
b) E então, veio um sentimento de alegria, paz, felicidade...
c) Eu gostei da nova casa, mas do quintal...
Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras

Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola
Fonte: https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=5325535374781236325#editor/target=post;postID=799315317734270592



segunda-feira, 19 de outubro de 2015

TEXTOS JORNALISTICOS





ESCOLA PROFESSOR MILTON DIAS PORTO

O objetivo do projeto foi motivar as crianças e adolescentes para a valorização do ambiente escolar, levando-as a participar do desenvolvimento social, cultural e do crescimento e transformação da comunidade. 

 Texto Jornalístico


Os textos jornalísticos são os textos veiculados pelos jornais, revistas, rádio e televisão, os quais possuem o intuito de comunicar e informar sobre algo. Nos dias atuais, o texto jornalístico é provavelmente o gênero textual mais lido, uma vez que possui o maior alcance nos diversos setores da sociedade. Uma característica importante dos textos jornalísticos é sua efemeridade, posto que favorecem o conhecimento de informações atuais de forma que possuem o propósito de difundir o que acontece de novo.

Estrutura do Texto Jornalístico

A composição de um texto jornalístico é dividida em:
1.   Pauta: escolha do tema ou assunto
2.   Apuração: recolha das informações, dados e verificação da veracidade dos fatos
3.   Redação: transformação das informações num texto
4.   Edição: correção e revisão dos textos

Linguagem Jornalística

Importante destacar que a linguagem jornalística, em prosa, deve ser clara, simples, imparcial e objetiva de modo a expor para o emissor as informações mais relevantes sobre o tema.

Destarte, o jornalista possui a função de “traduzir” e transmitir as informações para o público em geral, de forma que utiliza um método de desenvolvimento textual baseado no critério básico ao responder as perguntas:
“O quê?” (Acontecimento, evento, fato ocorrido); “Quem?” (Qual ou quais personagem estão envolvidos no acontecimento); “Quando?” (Horário em que ocorreu o fato); “Onde?” (Local que aconteceu o episódio); “Como?” (Modo que ocorreu o evento); “Por quê?” (Qual a causa do evento).

No tocante à sua estrutura gramatical, normalmente, o texto jornalístico apresenta frases curtas e ideias sucintas, as quais favorecem a objetividade do texto; além disso, trabalham com o recurso das repetições que auxiliam na memorização e assimilação das informações, sendo mais comum a utilização da ordem direta nas construções frasais, ou seja, sujeito + verbo + complementos e adjuntos adverbiais. A despeito de possuir um a linguagem denotativa, ou seja, isenta de ambiguidades, na qual possui um único sentido, o jornal é um veículo portador de diferentes gêneros textuais e, portanto, pode apresentar uma linguagem conotativa (figurada), na medida em que desenvolve os diversos tipos de textos: narrativo, descritivo, dissertativo-opinativo, injuntivo e expositivo.


Tipos de Textos

Os tipos de textos, são classificados de acordo com sua estrutura, objetivo e finalidade. De maneira geral, a tipologia textual é dividida em: texto narrativo, descritivodissertativoexpositivo e injuntivo.

Texto Narrativo
A marca fundamental do texto narrativo é a existência de um enredo, do qual se desenvolvem as ações das personagens, marcadas pelo tempo e pelo espaço. Assim, a narração possui um narrador (quem apresenta a trama), as personagens (principais e secundárias), o tempo (cronológico ou psicológico) e o espaço (local que se desenvolve a história). Sua estrutura básica é: apresentação, desenvolvimento, clímax e desfecho.

Texto Descritivo
O texto descritivo expõe apreciações e observações, de modo que indica aspectos, características, detalhes singulares e pormenores, seja de um objeto, lugar, pessoa ou fato. Dessa maneira, alguns recursos linguísticos relevantes na estruturação dos textos descritivos são: a utilização de adjetivos, verbos de ligações, metáforas e comparações.

Texto Dissertativo
O texto dissertativo busca defender uma ideia e, logo, é baseado na argumentação e no desenvolvimento de um tema. Para tanto, sua estrutura, dividida em três partes fundamentais, tese (introdução), antítese (desenvolvimento) e nova tese (conclusão), define o modelo básico para apresentar uma tese (ideia, tema, assunto), explorar argumentos contra e a favor (antítese) e, por fim, sugerir uma nova tese, ou seja, uma nova ideia para concluir sua fundamentação. Os textos dissertativos-argumentativos, além de ser um texto opinativo, busca persuadir o leitor.

Texto expositivo
O texto expositivo pretende apresentar um tema, a partir de recursos como a conceituação, a definição, a descrição, a comparação, a informação e enumeração. Dessa forma, uma palestra, seminário ou entrevista são consideradas textos expositivos, cujo objetivo central do emissor é explanar, discutir, explicar sobre um assunto. São classificados em: texto informativo-expositivo (transmissão de informações) ou texto expositivo-argumentativo (defesa de opinião sobre um tema). Outros exemplos de textos expositivos são os verbetes de dicionários e as enciclopédias.

Texto Injuntivo
O texto injuntivo ou instrucional está pautado na explicação e no método para a realização de algo, por exemplo, uma receita de bolo, bula de remédio, manual de instruções e propagandas. Dessa forma, um dos recursos linguísticos marcantes desse tipo de texto, é a utilização dos verbos no imperativo, de modo a indicar uma "ordem", por exemplo, na receita de bolo: “misture todos os ingredientes”; bula de remédio “tome duas cápsulas por dia”; manual de instruções “aperte a tecla amarela”; propagandas “vista essa camisa”.








                         




terça-feira, 6 de outubro de 2015

Diretrizes da escola frente ao uso das mídias sociais


3.1 – Diretrizes da escola frente ao uso das mídias sociais

Quais os impactos do uso das mídias sociais (incluindo redes sociais e telefone celular) na escola? Quais os seus benefícios? E os riscos? 
Segundo a psicóloga, é mais fácil apontar uma pessoa viciada em jogos ou bebida, por exemplo, do que identificar os vícios gerados pela internet e telefone celular. Entretanto, a dependência da internet pode ser tão prejudicial quanto. “É relativamente mais simples deixar de fumar ou beber, mas é muito difícil viver sem internet, algo que já faz parte do nosso cotidiano. É preciso realizar um trabalho de moderação.” Na escola muitos estudantes não sabem lidar com a grande oferta de informações disponível na internet. Alguns tomam tudo o que leem na web como verdade absoluta e isso interfere no processo de aprendizagem e no desenvolvimento de olhar crítico perante o que lhes é apresentado. O acesso às redes sociais durante os momentos de estudo, por exemplo, pode causar distração e interferir no desempenho educacional escolar. Além dos benefícios citados em relação à geração de conteúdo, as redes sociais servem como canais de distribuição de conteúdo que o próprio jornalista pode “operar”. A facilidade na distribuição do conteúdo valoriza o trabalho do jornalista pela número de RTs no Twitter ou de comentários, “curtir” e compartilhamentos no Facebook. As redes sociais aproximam e facilitam o contato dos jornalistas com fontes, leitores e colegas. E pode ajudar a identificar novas abordagens. Depois de criada, uma narrativa pode ser “colada” em um post de blog ou no corpo de uma notícia, assim como um vídeo do YouTube, incrementando a oferta de conteúdo para o leitor. Riscos No entanto, nem só benefícios promove esse tipo de ferramenta da comunicação social. Muita gente aproveita-se das redes sociais para fins ilícitos. É preciso então muito cuidado para não ser vítima dos predadores sociais. Roubos, pedofilia, difamação, discriminação, são crimes que se praticam através da internet, aproveitando-se da privacidade e da intimidade expostas nas comunicações pelas redes sociais.
 No caso de proibição de uso, existem justificativas claras? Registrem em detalhes relatos de problemas que levaram a essa decisão. 
Com certeza os impactos do uso das mídias sociais na escola seria de um ganho pedagógico, instrutivo e emocional valiosíssimo para os educandos, tendo em vista o contexto midiático e tecnológico em que eles vivem. Eles já utilizam esses recursos em suas vidas cotidianas e nas tarefas mais simples, como como mandar um recado para um colega. Essas ferramentas são preciosíssimas com recurso de inclusão ao conhecimento educacional e conhecimento digital. É fato que há riscos, no entanto, tudo pode ser conversado e conscientizado. Contudo, destaco um terceiro, se já há uma proibição normativa para o não uso do celular nas salas de aulas e até mesmo existem câmaras de vigilância nestas salas de aulas, implicitamente indica uma negativa ou uma postura é melhor não mexer com isso pois os alunos são imaturos e devemos nos resguardar de qualquer iniciativa perigosa. Pelo sim ou pelo não fiquemos com o não.

No caso de liberação ao uso, quais atividades são permitidas incentivadas? 
 
Os professores ressaltaram que cada turma possui um grupo onde fazem o uso para se comunicar de forma mais rápida, principalmente no campo de estágio de aprendizagem, pois a curiosidade é tanta que buscam conhecer a ferramenta e mostrar quem sabe mais. Escolher um dos teóricos apresentados neste link e fazer uma leitura mais detalhada do texto indicado ou em outro que tenha acesso e seja de sua preferência; Destacar um aspecto que considera importante para o trabalho por projeto; Compartilhar com os colegas no Fórum “Diálogo teórico”; ou em e-mail. Ler as contribuições dos colegas, observando e analisando dentre os aspectos destacados, as ideias convergentes destes educadores em torno do conceito de Projeto. 
Registrar e refletir sobre as demais práticas é também uma prática que ajuda a garantir a qualidade do processo pedagógico. Em algumas de nossas escolas, isso pode ser percebido a partir de atividades como a organização de um tempo diário específico, chamado de “reflexão escrita”

 Quais posturas/atividades/usos serão restringidos? 

Na criação e execução de unidades de produção mais complexas que possibilitem aprendizados também mais complexos no campo da formação organizativa e econômica, bem como na capacitação técnica em determinados tipos de trabalho. O tipo de trabalho e de processo produtivo depende das condições objetivas de cada local, da idade e experiências anteriores dos educandos envolvidos e também da criatividade do conjunto da coletividade escolar. As novas tecnologias, principalmente em um mundo mais globalizado, integrado, em uma sociedade que vive em rede. Ao mesmo tempo que não é meu objetivo aqui analisar impactos econômicos da adoção de novas tecnologias, é importante ter essa visão histórica e científica. Neste cenário, pode-se concluir que ignorar novas tecnologias pode ter um impacto não-positivo em uma empresa escolar e em nosso país. Literalmente todas as empresas que adotaram as tecnologias podem afirmar que tiveram aumento de produtividade. Ou alguém consegue imaginar uma empresa, hoje, que não usa telefones ou microcomputadores? Na minha opinião não ser restringidos a pornografias e patês papos que não têm nada a ver, com nossa maneira que trabalhar.

Para fomentar as reflexões sobre o uso do celular em sala de aula e como usar as redes sociais a favor da aprendizagem copie os links e cole no navegador para acessar visualizar. 


http://professordigital.wordpress.com/2010/01/13/uso-pedagogico-do-telefone-movel-celular 

http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/redes-sociais-ajudam-interacao-professores-alunos-645267.shtml 

Após a reflexão, utilize o editor de texto e elabore uma sugestão de política para sua escola sobre o uso de mídias sociais, como Facebook, Celular entre outras, citando todos os passos dessa proposta como: 

POLÍTICA PARA SUA ESCOLA SOBRE O USO DE MÍDIAS SOCIAIS,
Estudo:
Você, professor, já usou um rádio, rádio gravador ou um aparelho de reproduzir sons em sala de aula?
Sim! Trabalho com dinâmicas com textos instrucionais,
De acordo com Kaufman (1995), os textos instrucionais são aqueles cuja função é regular e indicam formas de agir; eles descrevem etapas as quais devem ser seguidas para que se consiga fazer algo como preparar uma torta, instalar um eletrodoméstico ou realizar a manutenção de um automóvel. Como os demais gêneros textuais, os textos instrucionais apresentam tema, modo composicional e estilo específicos: numerais que indicam as quantidades ou ordenação de ações, abreviaturas, verbos no infinitivo ou imperativo, ilustrações etc.
Etapas de elaboração, 
Corridas
As crianças realizam movimentos de ida e volta, enfrentando no percurso diversos desafios
1.    Corrida do jornal


Jogadores colocados em duas colunas. Na frente de cada coluna haverá um pedaço de jornal. O jogador que estiver em primeiro lugar na coluna deverá colocar um pé em cima do jornal e quando for mudar o passo (colocar o outro pé no chão) deverá retirar a folha que estava embaixo do outro e colocar embaixo do pé que estava sendo mudado. Deverá andar assim até uma determinada distância e voltar entregando a folha de jornal ao companheiro (segundo colocado da fila). Vencerá a equipe em que todos tenham ido até aquela determinada distância e voltado, formando novamente a coluna como estava no início.

Exemplo: Transcrição: “Pula-corda. Pula-corda é uma brincadeira muito legal porque quando a corda bate você tem que pula.

Figura 1 - Aluna C.L. alfabetizada – escrita final
Transcrição: Pula-corda
Número de participantes: 1 de cada vez
Idade para poder jogar: de 6 pra cima
É assim primeiro você faz uma fila e depois ver quem vai bater de um lado e vai bater do outro e lês comissão a bate e quando a corda chegar e baixa a criança tem que pula, mas se ela cair ela devera passar a vez.
Objetivo: Pular sem cair.
            A aluna organizou e detalhou melhor as regras da brincadeira na produção final; observou o uso de termos próprios do gênero como “participantes”, “um de cada vez”, “passar a vez”, “objetivo”, uso de verbos no imperativo e no infinitivo etc. Embora a estrutura de tópicos, bem como alguns aspectos da linguagem, possa ser aprimorada, é nítido o avanço entre as produções da aluna.

Professor Já disse alguma vez: “Preste muita atenção na explicação que vou dar agora!” sempre faço isto kkk. Ou algo semelhante a isso? Já consultou a hora para saber quanto falta para o término da aula ou já usou um cronômetro para lhe avisar quando faltarem cinco minutos para o final da sua aula? Professores que não estão dispostos a descobrir/aprender formas inteligentes de facilitar o próprio trabalho com o uso pedagógico dos celulares, quanto mais utilizarem esses aparelhos para facilitar a aprendizagem dos alunos, também são professores que não virão com bons olhos a simples “permissão de uso para entretenimento” por parte dos alunos. Há professores que são “meio masoquistas” e parecem gostar do sofrimento, outros querem apenas arrumar boas desculpas para justificarem o fracasso de todo o sistema e, outros ainda, não fazem a menor ideia de que a vida na escola poderia ser bem diferente.

Divulgação e resultado
Confesso que na época eu mesmo não via nenhuma outra utilidade no telefone celular que não fosse a de poder falar de diferentes lugares com um mesmo telefone. O celular era então apenas um telefone e somente adultos dispostos a investirem uma quantia razoável, e que tivessem uma boa razão para tal, se dispunham a comprá-lo. Resultado, alguns afirmam que os alunos usam celulares para colar. Bom, é provável que sim. Alunos colam sempre que estão diante de provas e atividades que permitam ou estimulem a cola. Essas provas e atividades são geralmente pobres e requerem apenas uma resposta “decorada” ou que se assinalem alternativas, coloque-se verdadeiro ou falso ou se forneça um número como resposta. Nesses casos colar é a solução mais inteligente como resposta a uma avaliação pouco inteligente. Além desses todos, também há um argumento bastante recorrente para justificar a proibição dos celulares na escola: eles não ajudam o professor em nada, então para que permiti-los? Vamos refletir um pouco mais sobre isso? Bom, se você já fez pelo menos uma das atividades ou ações descritas acima, então saiba que ela poderia ter sido feita de forma equivalente com o uso de telefones celulares modernos e, não raro, de forma até bem mais eficaz!